Dracena, Quinta - 22 de Agosto de 2019
Cerimônia marca aniversário da Unesp em Dracena Cerimônia marca aniversário da Unesp em Dracena Uma sessão solene realizada às 09 horas desta quarta-feira (21), no auditório “Gabriel José Delgado Martins” da Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas (FCAT), comemorou os 16 anos de atuação da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Unesp, em Dracena. A solenidade contou com a participação de professores,  técnico-administrativos, alunos, autoridades e imprensa. Durante a cerimônia foram entoados o Hino Nacional e o Hino à cidade de Dracena e apresentado o vídeo institucional da FCAT. Em suas falas, as autoridades presentes ressaltaram o sucesso das parcerias da Unesp de Dracena com o poder público municipal,  estadual e federal, os desafios da educação pública e o impacto da Unesp em Dracena e na região. Um breve histórico da Unesp no município foi apresentado pelo professor Paulo Alexandre Monteiro de Figueiredo.  Para Figueiredo, "a importante data é mais um motivo de muita comemoração para todos aqueles que lutaram e ainda lutam para que a UNESP de Dracena continue a alcançar resultados ainda mais expressivos. Afinal, nesses 16 anos, o crescimento que o Câmpus da Unesp de Dracena exibiu foi, de fato, impressionante, o que tem possibilitado uma contribuição ímpar para as comunidades interna e externa. Portanto, neste momento de alegria temos que somente agradecer a Dracena e toda região, que de forma tão calorosa e amistosa abrigaram a nossa querida Unesp de Dracena, transformando-a em uma verdadeira potência nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão." Na mesa diretora do evento, estavam presentes o Diretor da FCAT,  Prof. Dr.   Paulo Alexandre Monteiro de Figueiredo; o vice-diretor da FCAT, Prof. Dr. Fábio Erminio Mingatto;  o coordenador do curso de Engenharia Agronômica,  Prof. Dr.  Evandro Pereira Prado; a coordenadora do curso de Zootecnia, Prof.ª Dra. Sirlei Maestá; a representante do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Animal, Prof.ª Dra. Cristiana Andrighetto; o presidente da Câmara Municipal de Dracena, Sr. Milton Polon; a secretária de Assistente Social do Município de Dracena, Sra. Francine Ferrari, representando o prefeito do município, Juliano Brito Bertolini; e os assessores Ezequiel Alguz e Kleber Bragatto representando os deputados estaduais Reinaldo Alguz e Mauro Bragato,  respectivamente Realise e fotos Unesp
Semana da Justiça pela Paz em Casa.Conselheira Federal da OAB ministra palestra na Reges esta noite O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Dracena – Cejusc – promove hoje, 22, palestra sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher e suas consequências na família e na sociedade, através da professora doutora Alice Bianchini. Será às 19h, no auditório da Faculdade Reges, em Dracena e marca a Semana da Justiça Pela Paz em Casa. O evento é aberto ao público em geral. Na área de abrangência da Delegacia Seccional de Polícia Civil (Junqueirópolis a Panorama), instalada em Dracena, foram registrados neste ano até o momento, dois casos de feminicídios (homicídio cometido contra mulheres, motivado por violência doméstica ou discriminação de gênero). A doutora Alice Bianchini concedeu entrevista ao JR e Portal Regional via telefone, intermediada pela advogada dracenense Margarete de Cássia Lopes, secretária geral adjunta da OAB SP. A especialista iniciou a entrevista explicando que o tema violência contra a mulher tem que ser dividido em duas partes. “Quando falamos de violência no geral, temos percebido que tem havido mais conscientização das mulheres. Elas estão indo procurar mais as delegacias de polícia, entre outros órgãos respectivos de combate à violência. Agora quando olhamos para outro dado vemos que a violência resultando em aumento de mortes de mulheres tem avançado muito e esses números saem do sistema de Saúde. São analisados os óbitos de mulheres por mortes violentas a partir de uma metodologia que nos aponta que o Brasil é o 5° país que mais mata mulheres no mundo”. Mesmo tendo a Lei Maria da Penha referência no mundo, à violência contra a mulher ainda continua gritante. “A Lei Maria da Penha está entre as mais avançadas do mundo, motivo de orgulho para nós brasileiros, mas por outro lado, o Brasil é o 5° que mais mata mulheres como citamos antes, então temos uma grande reflexão a fazer – o que está acontecendo para nós termos uma lei considerada uma das três mais avançadas do mundo, mas somos o 5° país que mais está matando”, questiona a doutora Alice. E prossegue: “A Lei Maria da Penha já tem 13 anos, mas a grande questão é que apesar de ser uma das mais avançadas ainda não saiu do papel. Ela tem uma série de mecanismos, de instrumentos, orientações que são de prevenção daquilo que deve acontecer para que a violência não venha ocorrer e essa parte da lei está muito carente, não está sendo efetivada, significa dizer que ainda não saiu do papel”. O artigo 8°, para a doutora Alice é considerado um dos mais importantes da Lei Maria da Penha. Segundo ela, determina que haja toda uma educação de gênero nas escolas, para as crianças – meninos e meninas – aprendam desde cedo qual o papel da mulher e qual o papel do homem nesta nova sociedade que vivemos com todos os direitos a serem assegurados. “Outro destaque importante a fazer diz respeito à desigualdade de gênero resultando em mais violência na nossa sociedade e o problema está sendo exatamente esse. Está aumentando a desigualdade de gênero no Brasil, estamos mais desiguais entre homens e mulheres e a lógica que acontece em todas as regiões do planeta é que quanto mais desigualdade de gênero, maior a violência de gênero, e é o que ocorre hoje no nosso País”, explicou. ALICE BIANCHINI Doutora em Direito penal pela PUC/SP, mestre em Direito pela UFSC, especialista em Teoria e Análise Econômica pela Universidade do Sul de Santa Catarina Unisul-SC e em Direito Penal Econômico Europeu, pela Universidade de Coimbra/IBCCrim. Foi professora do Departamento de Direito Penal da USP e do Curso de Mestrado em Direito da Uniban-SP. Foi Coordenadora dos Cursos de Especialização Telepresenciais da Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes – Rede LFG. Leciona em diversos cursos de especialização. Conselheira Federal da OAB (2019-2021) e vice-presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada. Presidente da Associação Brasileira de Mulheres de Carreiras Jurídicas– Comissão São Paulo – ABMCJ/SP. Autora de vários livros e de artigos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros, dentre eles, Lei Maria da Penha. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2018. Autora do Curso Virtual Lei Maria da Penha na prática: meucurso.com.br/pratica-lei-maria-da-penha.  
Polícia civil conclui inquérito de tráfico de drogas e estudante de medicina volta à ser preso em Adamantina Em 7 de agosto de 2019, a Polícia Civil de Adamantina concluiu o inquérito policial sobre a prisão de quatro estudantes de medicina que haviam sido detidos em flagrante delito no dia 10 de maio deste ano, apontados como autores dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Dias após a prisão em flagrante, os acusados ganharam liberdade provisória por decisão dos tribunais superiores do poder judiciário, no entanto, as investigações prosseguiram no bojo do inquérito instaurado pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), onde foram juntados outros elementos de prova e fatos novos acrescidos para o processo. Com as novas provas produzidas, o delegado de polícia titular da DISE concluiu as investigações, remetendo ao juízo com representação pela decretação da prisão preventiva. O órgão acusador, Ministério Público, concordou com a decretação da prisão de uma das acusadas e o juízo decretou seu recolhimento ao cárcere, para que responda ao processo, presa preventivamente. De posse do respectivo mandado de prisão, os policiais capturaram a procurada na tarde desta terça-feira (20), por volta das 16h, quando chegava em sua residência. Os outros três acusados seguem em liberdade, mas respondendo ao mesmo processo.Sigmais Relembre o caso A prisão dos estudantes se deu no âmbito da “Operação Alquimista”, desenvolvida pela Polícia Civil de Adamantina com foco no combate ao tráfico de drogas, em especial sobre substâncias sintéticas. Os policiais apuraram que durante algumas festas de universitários e outras abertas ao público em geral, eram comercializadas drogas sintéticas trazidas por alguns estudantes de medicina que abasteciam os usuários. Durante a investigação foram levantados informes de que os suspeitos levariam drogas para serem comercializadas em uma festa eletrônica, na cidade. Foi identificada pelos policiais a pessoa que teria comprimidos de ecstasy para distribuição. Assim, no dia 10 de maio, buscas domiciliares foram cumpridas e nove estudantes detidos, dos quais, quatro foram presos em flagrante pela prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo dois homens e duas mulheres, em poder dos quais encontrou-se drogas sintéticas como LSD, ecstasy, MD e maconha. Outro estudante, rapaz, também foi preso por tráfico de drogas, apreendendo-se maconha em sua residência, mas sem conexão atual com os quatro primeiros, sendo que os demais quatro estudantes detidos foram autuados pela prática de porte de drogas e liberados conforme dispõe a legislação em vigor, pois possuíam drogas para consumo próprio. Na residência de dois dos presos, também foram encontradas estufas adaptadas para o cultivo de maconha. As estufas tinham mecanismo de iluminação, ventilação e troca de ar. No total da operação, segundo a Polícia Civil, foram apreendidas 370 gramas de maconha, uma pequena porção de Haxixe, uma porção com cristais de MD, 2 quadriculados de LSD, 62 comprimidos de ecstasy, além de outros objetos próprios para o tráfico e consumo de drogas, e um veículo utilizado para o transporte das drogas. Na época, os estudantes tiveram as prisões executadas nos cumprimentos dos mandados convertidas em prisões preventivas, sendo os mesmos encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pacaembu e à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, e foram soltos dias depois, por decisões de instâncias superiores do Poder Judiciário, cujos habeas-corpus (HC), foram concedidos por desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) e outro por ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Agora, com a conclusão do inquérito pela Polícia Civil de Adamantina, e diante da nova decisão judicial, uma estudante voltou a ser presa para responder preventivamente às acusações. Os demais vão responder em liberdade.  des  
Violência atinge mais mulheres que trabalham fora, mostra estudo     Publicado em 19/08/2019 - 19:51 Por Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro Trabalhar fora e ter independência financeira não é garantia de proteção às mulheres contra a violência doméstica. É o que aponta um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta segunda-feira (19). De acordo com os dados levantados, o índice de violência contra mulheres que integram a população economicamente ativa (52,2%) é praticamente o dobro do registrado pelas que não compõem o mercado de trabalho (24,9%). “Uma possível explicação é que, pelo menos para um conjunto de casais, o aumento da participação feminina na renda familiar eleva o poder de barganha das mulheres, reduzindo a probabilidade de sofrerem violência conjugal. Em muitos casos, porém, a presença feminina no mercado de trabalho – por contrariar o papel devido à mesma dentro de valores patriarcais – faz aumentar as tensões entre o casal, o que resulta em casos de agressões e no fim da união”, destacou o Ipea. “Uma das conclusões é que o empoderamento econômico da mulher, a partir do trabalho fora de casa e da diminuição das discrepâncias salariais, não se mostra suficiente para superar a desigualdade de gênero geradora de violência no Brasil”. De acordo com o estudo, outras políticas públicas se fazem necessárias "como o investimento em produção e consolidação de bases de dados qualificados sobre a questão, o aperfeiçoamento da Lei Maria da Penha e intervenções no campo educacional para maior conscientização e respeito às diferenças de gênero”. Conforme o estudo do Ipea, o índice de violência doméstica com vítimas femininas é três vezes maior que o registrado com homens. Os dados avaliados na pesquisa mostram também que, em 43,1% dos casos, a violência ocorre tipicamente na residência da mulher, e em 36,7% dos casos a agressão se dá em vias públicas. “Na relação entre a vítima e o perpetrador, 32,2% dos atos são realizados por pessoas conhecidas, 29,1% por pessoa desconhecida e 25,9% pelo cônjuge ou ex-cônjuge. Com relação à procura pela polícia após a agressão, muitas mulheres não fazem a denúncia por medo de retaliação ou impunidade: 22,1% delas recorrem à polícia, enquanto 20,8% não registram queixa”, apontou o trabalho do Ipea. O conteúdo completo da pesquisa, elaborada por Daniel Cerqueira, Rodrigo Moura e Wânia Pasinato, pode ser acessado na página do Ipea na internet.
Menino de nove anos morre afogado en acude Menino de nove anos morreu afogado em açude usado para catação de águas pluviais, em propriedade rural de Tupã (Imagem: Reprodução/Site Mais Tupã). Um menino de nove anos, identificado por Kauê Aparecido de Souza Oliveira, morreu após uma ocorrência de afogamento, em um açude de água barrenta, na zona rural de Tupã, neste sábado (17). A equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada por volta das 12h30. No local um grupo de crianças estaria nadando em um açude artificial para represamento de águas pluviais, localizado à margem do prolongamento da Rua Caingangs, próximo ao Terceiro Distrito Industrial de Tupã. Equipe do Corpo de Bombeiros fez o resgate da criança em quadro de parada cardiorrespiratória (Imagem: Site Mais Tupã). Ao chegar no local os bombeiros iniciaram as buscas usando técnicas de mergulho livre, visto que a profundidade era, no ponto mais fundo, de aproximadamente 1,7m. Em poucos minutos de busca o garoto foi localizado   Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima apresentava um quadro de parada cardiorrespiratória, e imediatamente foi levada para Santa Casa de Tupã onde foram iniciados os atendimentos complementares para tentar reverter o quadro de saúde. Mesmo com todas as manobras realizadas pelos bombeiros e pela equipe médica do hospital, a criança não resistiu e foi a óbito. De acordo com a Polícia Militar, os amigos do menino demoraram para pedir socorro após a criança afundar e não reaparecer Fonte Sigmais