Dracena, Terça - 11 de Dezembro de 2018
Desejo Sexual Feminino por dra Paula Erika Desejo sexual feminino                      As disfunções sexuais femininas podem afetar o desejo sexual e/ou alterar as respostas psicológicas e fisiológicas do corpo frente aos estímulos sexuais, causando sofrimento e insatisfação não só na pessoa, como também no seu parceiro.                  Inúmeras são as causas que de forma pontual ou prolongada, prejudicam a reposta sexual feminina.                  Podemos citar as repercussões de uma educação rígida, estimulação inadequada das zonas erógenas, conflitos conjugais, falta de atração pelo parceiro, história de violência sexual, ansiedade, depressão, fadiga, medicamentos que inibem a libido e algumas doenças físicas (diabetes, coronariopatias, distúrbios hormonais, dislipidemias, etc.).                   Somam-se a isso as variações da resposta sexual durante o ciclo menstrual e o ciclo de vida feminino, cujas etapas (menarca, ciclo gravídico – puerperal, climatério, menopausa, senilidade) repercutem de forma diversa sobre a atividade sexual feminina.                  Os fatores relacionais parecem ser mais importantes que a idade e a menopausa. As mulheres disfuncionais costumam relatar maior incompatibilidade com o parceiro, queixam-se de poucas preliminares e de desinteresse do parceiro. Em alguns casos, a atividade sexual cessa em decorrência de falta de carinho, problemas de comunicação e sentimentos de culpa.                  O uso de algumas substâncias como álcool, narcóticos, maconha e cocaína, também podem diminuir o desejo sexual.                  A intensidade do interesse sexual varia principalmente em função da experiência sexual anterior. A auto-imagem sexual negativa, o medo da avaliação pelo parceiro e a auto-imagem corporal comprometida podem levar à diminuição do desejo sexual.                  O nível educacional também é importante. As mulheres mais instruídas têm mais acesso à saúde e cultivam menos mitos e tabus sexuais. Segundo estudos no Brasil, 8,2% das mulheres se queixam de absoluta falta de desejo sexual, 26,2% não atingem o orgasmo, 26,6% têm dificuldade de excitação e 17,8% têm dispareunia (dor).                  Há vários estudos que associam fatores psicológicos e função sexual, porém a ação dos fatores biológicos é menos conhecida.                  Várias são as vertentes de tratamento: terapia sexual, antidepressivos, esteróides sexuais, até vinho tinto. Porém, a saúde (física e emocional) preservada, hábitos de vida saudáveis e informação correta sobre sexo, são a chave da manutenção do bom desempenho e da satisfação sexual.                  Paixão, intimidade e compromisso consigo é uma trilogia possível, e a receita infalível para a felicidade sexual. Resgate o diálogo, o namoro e as preliminares. Pratique sexo na medida da sua emoção e da capacidade do seu corpo, respeite seu parceiro e surpreenda sempre...                                                                      Dra. Paula Erika Osaki da Fonseca                                                                                                                   
Nem toda desatenção e TDAH-Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.Daniele Motocio Leite Spadácio Nem toda DESATENÇÃO é TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade _________________ Daniele Motokio Leite Spadacio * Psicóloga – CRP 06/102342   A atenção é uma habilidade cognitiva fundamental para que possamos lidar com as informações do ambiente em nosso dia a dia. A todo momento recebemos estímulos diferentes, tanto do meio externo como estímulos internos: sons de carros passando, conversas de pessoas ao nosso redor, alguém se esbarrando em nós, o cheiro de algum alimento, o cachorro que acabou de latir, como também, nossos próprios pensamentos, lembranças e preocupações. A atenção consiste, portanto, na capacidade de selecionar e manter o controle sobre a entrada de informação necessária num dado momento.Mas o que isso significa? De maneira bem simplificada, significa que nós selecionamos aquilo que é importante naquele momento, à medida que controlamos a entrada de outras informações, como por exemplo, quando direcionamos nossa atenção para a conversa que estamos tendo no telefone e, desconsideramosos estímulos menos importantes (tic tac do relógio, o barulho do chuveiro ou do ventilador ligado, uma pessoa passando do nosso lado, etc.). Em contrapartida, a desatenção nós sabemos muito bem como é: não prestamos atenção em detalhes, cometemos erros por descuido, dificuldade em manter o foco na leitura ou no que o professor está falando, não prestamos atenção onde guardamos as chaves... E então os prejuízos são vários, como dificuldades na aprendizagem, erros nas tarefas no ambiente de trabalho, dificuldades em planejamento e na resolução de problemas, perdas de objetos/materiais, podendo afetar inclusive a autoestima e os relacionamentos sociais. Quando o assunto é desatenção, diversos fatores estão envolvidos. Podemos estar desatentos porque estamos com fome, porque não dormimos bem na noite anterior, porque estamos preocupados com alguma coisa, além disso, a desatenção pode ser devido a uma depressão, um transtorno de ansiedade ou então em decorrência de um traumatismo craniano, entre outros fatores. Diante disso, é fundamental considerar que nem toda desatenção é TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. O TDAHé um transtorno do neurodesenvolvimento e possui dentre os seus critérios diagnósticos um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividadecom início na infânciae a pessoa apresenta um impacto negativonas atividades sociais e acadêmicas/profissionais, além de outros critérios. Deste modo, não podemos confundir o “estar desatento(eventualmente)”com um “padrão persistente de desatenção”. É preciso avaliar a história clínica dos sintomas, desde quando a pessoa apresenta queixas de desatenção, se quando era criança já apresentava queixas, quais impactos a desatenção tem acarretado, em quais ambientes ela se apresenta, a dinâmica familiar, etc. Por isso, é de extrema importância uma avaliação detalhada e multiprofissional. O psicólogo especializado poderá contribuir coma avaliação do perfil cognitivoe comportamental, além de dados complementares da avaliação profissional com instrumentos quantitativos e qualitativos que auxiliam no diagnóstico médico, considerando ainda o auxílio em intervenções terapêuticas.Na dúvida, não hesite em procurar ajuda.   * Daniele Motokio Leite Spadacio, Psicóloga, atende na Av. Avenida Presidente Vargas, nº. 1343 – Dracena -  Telefone: (18) 98125-2708   Graduada em Psicologia, possui Especialização em Psicopedagogia e Especialização em Neuropsicologia e as Interfaces com as Neurociências. É especializanda no curso de Neuropsicologia com Formação em Reabilitação Cognitiva pelo Núcleo de Estudos Dr. Fernando Gomes Pinto e Hospital Beneficência Portuguesa - SP. Possui curso teórico-prático de escalas de inteligência para crianças e adultos, respectivamente pelo Centro de Estudos em Neurociências Prof. Dr. Raul Marino Jr. – Instituto Neurológico de São Paulo (INESP) e Instituto de Psicologia, Educação, Comportamento e Saúde – IPECS. Tem capacitação em Distúrbios de Aprendizagem pelo Centro de Capacitação de Neuroeducação – CCNE. Psicóloga integrante do grupo de associados da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia – SBNp.
O ROTARY E A POLIOMIELITE-VN Pensando na importância deste sábado (04 de agosto), ou seja, o início de mais uma campanha contra a Paralisia Infantil, passei a imaginar quantas e quantas crianças, hoje adultas, já sofreram na pele e na alma os infortúnios produzidos pela doença. Quantas! Uma delas eu tive a oportunidade de entrevistá-la numa reunião do Rotary Club de Dracena. É muito sério. Dizia ela que foram mais de dez cirurgias, incontáveis viagens, paciência de Jó e determinação na recuperação e no enfretamento das dores. Neste caso específico, fé em Deus e força de vontade foram determinantes para sua recuperação, tanto que lhe possibilitou com o tempo fazer seu curso superior, ter a sua profissão ,construir sua família e ser feliz.   Este é apenas um exemplo de muitos pelo mundo. Tanto assim, que despertou e  sensibilizou os rotarianos,  que nos idos de 1985, o Rotary Internacional decidiu lançar a campanha Pólio Plus, objetivando varrer de vez da face da terra a grave doença. Para tal passou a investir financeiramente no projeto e passou a contar com agências parceiras, como a Organização Mundial da Saúde, Unicef, Centro Norte – Americano  para Controle de Prevenção de Doenças e  órgãos governamentais. Resultado: o sucesso da campanha é nítido. Para se ter uma ideia sua erradicação está bem próxima. Faltam apenas dois países: Afeganistão e Paquistão . Por aqui, a notícia é excelente!  O Brasil foi um dos primeiros países a erradicar a poliomielite com estratégias de vacinação. O último caso brasileiro aconteceu em 1989. Consta também que desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela OMS de erradicação da doença. Tudo isso é muito bom. Mas, nada de vacilos. Todos devem ter em mente que a poliomielite é uma doença grave que pode deixar seqüelas, dentre elas, a paralisia infantil, e que a vacina é indispensável para o bem das crianças. Afinal, elas merecem ser saudáveis, bonitas e felizes sempre.   Valdomiro Nunes Colunista social Jornal Regional Presidente Comissão Imagem Pública   Rotary Club de Dracena
Massagem relaxante não é artigo de luxo,e sim necessidade.Por Francis Monção A  massagem relaxante é conhecida como uma forte ferramenta terapêutica, com benefícios que vão além do relaxamento, podendo ser definida como uma compressão metódica e rítmica do corpo, ou parte dele associando o uso de diversas técnicas manuais que objetivam promover o alivio do estresse e ocasionando o relaxamento muscular. Para um maior aproveitamento da técnica, o terapeuta necessita ter um amplo conhecimento de anatomia, histologia e fisiologia, dominar as manobras a serem executadas, assim como suas indicações e contra indicações, sendo fundamental ainda, obter um conhecimento profundo da patologia a ser tratada. Resumidamente a massagem relaxante promove: relaxamento muscular • alivio da dor • aumenta a circulação sanguínea e linfática • aumenta nutrição tecidual • estimula as funções viscerais • auxilia na penetração de fármacos. O poder do toque e as manobras realizadas na massagem são capazes de fortalecer o sistema imunológico do corpo. Durante a sessão, o cortisol, hormônio que é liberado pelo organismo quando ficamos estressados, sofre uma significativa redução, ajudando, assim, a combater o estresse da vida moderna. Como se vê, a massagem nos tempos atuais, deve ser vista como algo essencial a fim de que possamos suportar a correria do dia a dia, e não mais como algo supérfluo, dispensável ou desnecessário   Francis Monção-Fisioterapeuta Consultório:Avenida Rui Barbosa,1897,tlefone (18)3824-0699 DRACENA SP   Compartilhe Veja também VN FASHION no WWW.VALDOMIRONUNES.COM.BR
Clique aqui:Desejo sexual feminino por dra Paula Erika. Desejo Sexual Feminino                      As disfunções sexuais femininas podem afetar o desejo sexual e/ou alterar as respostas psicológicas e fisiológicas do corpo frente aos estímulos sexuais, causando sofrimento e insatisfação não só na pessoa, como também no seu parceiro.                  Inúmeras são as causas que de forma pontual ou prolongada, prejudicam a reposta sexual feminina.                  Podemos citar as repercussões de uma educação rígida, estimulação inadequada das zonas erógenas, conflitos conjugais, falta de atração pelo parceiro, história de violência sexual, ansiedade, depressão, fadiga, medicamentos que inibem a libido e algumas doenças físicas (diabetes, coronariopatias, distúrbios hormonais, dislipidemias, etc.).                   Somam-se a isso as variações da resposta sexual durante o ciclo menstrual e o ciclo de vida feminino, cujas etapas (menarca, ciclo gravídico – puerperal, climatério, menopausa, senilidade) repercutem de forma diversa sobre a atividade sexual feminina.                  Os fatores relacionais parecem ser mais importantes que a idade e a menopausa. As mulheres disfuncionais costumam relatar maior incompatibilidade com o parceiro, queixam-se de poucas preliminares e de desinteresse do parceiro. Em alguns casos, a atividade sexual cessa em decorrência de falta de carinho, problemas de comunicação e sentimentos de culpa.                  O uso de algumas substâncias como álcool, narcóticos, maconha e cocaína, também podem diminuir o desejo sexual.                  A intensidade do interesse sexual varia principalmente em função da experiência sexual anterior. A auto-imagem sexual negativa, o medo da avaliação pelo parceiro e a auto-imagem corporal comprometida podem levar à diminuição do desejo sexual.                  O nível educacional também é importante. As mulheres mais instruídas têm mais acesso à saúde e cultivam menos mitos e tabus sexuais. Segundo estudos no Brasil, 8,2% das mulheres se queixam de absoluta falta de desejo sexual, 26,2% não atingem o orgasmo, 26,6% têm dificuldade de excitação e 17,8% têm dispareunia (dor).                  Há vários estudos que associam fatores psicológicos e função sexual, porém a ação dos fatores biológicos é menos conhecida.                  Várias são as vertentes de tratamento: terapia sexual, antidepressivos, esteróides sexuais, até vinho tinto. Porém, a saúde (física e emocional) preservada, hábitos de vida saudáveis e informação correta sobre sexo, são a chave da manutenção do bom desempenho e da satisfação sexual.                  Paixão, intimidade e compromisso consigo é uma trilogia possível, e a receita infalível para a felicidade sexual. Resgate o diálogo, o namoro e as preliminares. Pratique sexo na medida da sua emoção e da capacidade do seu corpo, respeite seu parceiro e surpreenda sempre...                                                                      Dra. Paula Erika Osaki da Fonseca                                                                                                               
Ansiedade, o mal do século! Por Daniela Caetano Ansiedade, o mal do século! Medo, inquietação e angustia. Esses são alguns dos sentimentos que podem acompanhar a pessoa ansiosa. Todos nós sentimos ansiedade em algum momento de nossas vidas e, dessa forma, posso garantir seguramente que é um sentimento indispensável e faz bem. Em pequenas doses, é o estímulo necessário para que o ser humano se prepare para situações estressantes e passe por elas com sucesso. Derivada do medo, desde os primórdios da espécie humana, a ansiedade vem cumprindo o papel de garantir a sobrevivência do homem. O grande problema está quando ela deixa de ser uma resposta natural do corpo humano e começa aparecer, de forma exagerada, sem razão, nem motivo aparente e com uma freqüência cada vez maior. Quando isso acontece, passa a ser uma patologia. Qualquer um sofre, em maior ou menor grau, de ansiedade, mas o transtorno merece atenção redobrada quando passa a prejudicar os relacionamentos conjugais, profissionais, acadêmicos e até mesmo sexuais. Atualmente, estudos mostram que, pelo menos, 3% dos adultos são afetados pela ansiedade durante um período de um ano, mas em alguns casos ela pode persistir por vários anos.Os sintomas mais comuns são: sudorese, taquicardia, tremor, medo excessivo ou até mesmo paralisante. Em uma crise grave, a pessoa pode sentir náuseas e falta de ar. Dependendo do grau, tira o sono do indivíduo, deixa-o mais predisposto a sofrer de enfermidades cardiovasculares e o priva de sair de casa quando o medo atinge níveis incontroláveis. Como se vê, a ansiedade está aumentando diariamente. Hoje em dia, nosso coração bate mais forte diante do desemprego, dos preços altos, das dificuldades para educação dos filhos, das perspectivas de um futuro sombrio, dos muitos compromissos econômicos cotidianos e assim por diante.Aprender a lidar com a ansiedade que todos esses estímulos estressores causam é fundamental para garantir uma vida saudável. O domingo das pessoas ansiosas tem uma apreensão de segunda-feira e antes de dormirem já pensam em tudo que terão de fazer quando o dia amanhecer. É a corrida para contra o tempo de não deixar nada para trás. É um estado de alerta contínuo e uma pressa para o que der e vier. As férias são tranqüilas e bem aproveitadas apenas nos primeiros dias, mas, logo em seguida, começam a se agitar: ou porque sentem que não estão fazendo alguma coisa que deveriam fazer, embora não saibam bem o que, ou porque pensam em tudo aquilo que terão de fazer quando as férias terminarem. Enfim, é um descontentamento diário e recorrente. Dessa forma, quando a ansiedade ultrapassar o limite e a pessoa não conseguir mais realizar suas tarefas diárias sem sofrimento, é hora de buscar ajuda especializada e dar início a um tratamento. Ter força de vontade e entender que essa ansiedade descontrolada e exagerada não é normal são requisitos básicos para o processo de cura inicial. Em casos extremos, pode ser necessária a intervenção medicamentosa e a psicoterapia. Um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) deverá fazer uma avaliação diagnóstica precisa para definir o tipo de tratamento mais adequado para cada paciente. Curar-se sozinho, nesses casos, é praticamente impossível. É importante não esquecer que há diversos tipos de ansiedade e que cada pessoa reage de uma forma diferente a ela. Assim, não existe uma fórmula única que possa resolver o problema. Cada indivíduo é distinto e, por isso, é importante também buscar o autoconhecimento, para aprender, descobrir e elaborar técnicas próprias de combate a este sintoma, às vezes inconveniente, mas natural e sempre presente.   Daniela Caetano Psicóloga-Dracena SP
Se o amor falhou, não se preocupe... Você pode tentar sempre mais vez! Por Marcus Fleuri Jr Será que o amor falha? Uma maravilhosa pergunta que somente quem o vive, ou um dia o viveu, poderá  responder, afinal, como seria se as certezas fossem tão reais? Elas, as certezas,  representam os mais variados aspectos que envolvem e formam o contexto de uma relação, pois, as mesmas, vão se definindo a partir daquilo que somos e do que acreditamos precisar.   O amor não é uma proposta cartesiana, não é uma regra matemática; aliás, regras, no contexto do amor, colocam-no, na maior parte das vezes, a distanciar-se das finalidades dos sentimentos, furtando e empobrecendo as emoções que constituem-se na parte gostosa do que nos motiva a querer sempre mais, mais, mais e mais.    É aí que está o prenuncio dos fracassos afetivos. Quando queremos mais, mais, mais e muito mais, sem sequer estarmos preparados para o pouco que lentamente, num processo natural e saudavel, deveria se transformar no todo de uma relação.   Então, diante de nossas pressas, e da nossa fúria compulsiva, impomos ao outro a obrigação duma responsabilidade que nos é pessoal, exigindo que seja o complemento  do que não somos, ou, daquilo que não proporcionamos a nós mesmos.  Está cada vez mais evidente que ninguém pode ou está afim de ser responsabilizado pelas buscas de quem quer que seja; se assim o fizermos, sacrificamos  as possibilidades em vivermos a grandiosidade dos sentimentos e emoções.   Quantas vezes somos os homicidas das melhores partes de nós mesmos? Sim, somos nós os responsáveis pelo que investimos, ou, por aquiilo que deixamos de investir. Então, cada um é o único responsável pela relação a qual vive. Não adianta, por  pior que esteja a convivência, ficar apontando em uma direção, afinal, se nos permitirmos viver o que é bom, fizemos uma escolha; se permitimos viver o que é péssimo, também a fizemos.   A responsabilidade é pessoal, intransferível e exclusiva, não permitindo a anulação do outro, nem mesmo, o horrível questionamento, ou, as chatíssimas sentenças acusatórias. Não dá para sustentar culpabilidade, quando, na realidade, a fragilidade está no contexto das relações. A relação, essa sim, é doente e, consequentemente, adoece a todos que dela participam, ou, se aproximam, tornando-se uma violência contras as identidades, as culturas e  às estruturas de personalidade.    As relações transformam-se a partir daquilo que investimos, então, se agregamos exigências não satisfeitas em nós, imporemos ao outro a exigência em sermos gratificados com aquilo que nos é uma exigência para o que denominamos de amor.   O amor refuta quaisquer  formas de cobranças, aliás, se cobramos, já estamos próximos da pior forma de convivência, pois, a suavidade dos melhores sentimentos não sustenta o peso de nenhuma cobrança.    Algum dia, ao término de um determinado relacionamento, você saiu “tateando” a vida,  procurando encontrar a si mesmo? Encontrou-se, ou, ainda sente-se como quem perdeu algo muito importante? Uma peça que faz mover todas as outras para que dê movimento aos sentimentos, como se os mesmos fossem máquinas, ou, então, resultados de algumas dessas fórmulas ou receitas prontas?   Então, o que estará faltando? Aliás, onde, e em que parte da existência algum dia você se abandonou? Quais foram os motivos que o levaram a distanciar-se de si? A desesperança que tem em si mesmo, mas, que atribui sempre a alguém?   As relações, quando mais rígidas, ao romperem-se, partem-se em milhares de fragmentos, e, com os estilhaços, deixam feridas que sangram, levando-nos, diante de nossas fragilidades, à mais profunda confusão dos sentimentos. Aí  confundimos nossas dores com ódio, então, sofremos, e para justificarmos nossas ausências, nossas responsabilidades sempre buscando um culpado para o que é pessoal e intransferível.   Se estruturamos nosso amor em bases flexíveis, por mais que emborque e pareça não suportar o peso das pressões, voltará  ao estado de repouso de forma forte,  mantendo a importância   dos sentimentos, mesmo em meio a milhares de transformações. O amor requer flexibilidade, lembre-se disso.   O amor não é um sentimento totalitário. Ele precisa da presença, da proximidade e do convívio com outras pessoas, afinal, caso venhamos a exigir que se torne uma ilha isolada, nos privamos do direito em vivê-lo, tornando-o, apenas uma estada num resort de decepções e sofrimentos.   Marcus Antonio Britto de Fleury Junior é Psicólogo
Clique aqui:Planejamento: Ferramenta essencial ao Gestor Público -Fabiana Pascoaloto Planejamento: Ferramenta essencial ao Gestor Público    Transcorrido os primeiros meses do ano, os prefeitos municipais eleitos (ou reeleitos) tiveram a  oportunidade de se inteirar e entender, junto com a sua equipe de Governo, a situação  administrativa, econômica e contábil de sua cidade.     O período de “tomar a par” da situação já se ultrapassou. Daqui para frente é trabalhar em prol das  necessidades da população, em cumprimento ao plano do governo pelo qual foram eleitos.    Baseado nesse princípio, está a vir um dos primeiros e importantes desafios dos prefeitos em sua  nova administração: planejar. Inicia-se o período obrigatório pela legislação brasileira vigente de  propor as Leis do Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual.    Planejamento é um processo de análise e decisão que precede, preside e segue a ação individual ou  coletiva dos agentes sociais na procura da solução dos problemas aproveitando as possibilidades  com eficiência, eficácia e constância.    Todo planejamento tem como foco atingir plenamente os objetivos previamente determinados,  sendo o pilar sobre o qual será desenvolvida a previsão orçamentária.    De acordo com a Constituição, em seu artigo 165, os instrumentos de planejamento são:    I - Plano Plurianual (PPA) que visa estabelecer, de forma regionalizada as diretrizes, objetivos e  metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras decorrentes e para as  relativas aos programas de duração continuada. É o planejamento de médio prazo envolvendo o  período de quatro anos, cujo prazo de entrega do Projeto de Lei à Câmara Municipal é de 31 de  agosto de 2009.    II - Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que tem as seguintes funções básicas:  - Estabelecer as metas e prioridades da Administração Pública Federal para o exercício financeiro  seguinte;  - Orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA);  - Alteração da Legislação Tributária;  - Estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.  É o planejamento a curso prazo envolvendo o período de um ano, cujo prazo de entrega do Projeto  de Lei à Câmara Municipal é de 15 de abril de 2009.    III - Lei Orçamentária Anual (LOA) que discriminará os recursos orçamentários/financeiros para se  atingir as metas e prioridades estabelecidas pela LDO e compreenderá:  a) O orçamento fiscal: referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da  administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público  (parágrafo 5º, Inciso I);  b) O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a  maioria do capital social com direito a voto (parágrafo 5º, Inciso II);  c) O orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da  administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos emantidos pelo poder  público (parágrafo 5º, Inciso III).  É o planejamento a curto prazo envolvendo o período de um ano, cujo prazo de entrega do Projeto  de Lei à Câmara Municipal é de 31 de agosto de 2009.    Essas peças de planejamento são de suma importância ao Município, pois esta ligada diretamente ao  dia-a-dia da Administração Pública em seus recebimentos, gastos e investimento das ações de goveno.    A prática do planejamento nos municípios visa corrigir distorções administrativas, , facilitar a gestão  municipal, alterar condições indesejáveis para a comunidade local, remover empecilhos  institucionais e assegurar a viabilização de propostas estratégicas, objetivos a serem atingidos e  ações a serem trabalhadas.    O planejamento é, de fato, uma das funções clássicas da administração científica indispensável ao  gestor municipal. Toda a sociedade pode e deve participar desse processo, propondo os projetos e  ações que irão beneficiar a comunidade local, participando das audiências públicas sobre o assunto  e mobilizando a população em geral que se envolva nesse processo, exigindo que o Executivo  atenda às suas necessidades.    Planejar a cidade é essencial, é o ponto de partida para uma gestão municipal efetiva diante da  máquina pública, onde a qualidade do planejamento ditará os rumos para uma boa ou má gestão,com reflexos diretos no bem-estar dos munícipes.    Fabiana F. Pascoaloto  Contadora e Especialista em Planejamento e Gestão Pública www.contadorpúblico.com.br
O QUE ERA BOM FICOU MELHOR   por  O QUE ERA BOM FICOU MELHOR   A Faculdade Reges de Dracena se assemelha a vinho: conforme passa o tempo, ela fica melhor. Vai apurando a excelência, seus professores vão se aperfeiçoando e os alunos vão respeitando-a cada vez mais e sendo respeitados como pessoas cultas. É preciso frequentá-la para poder sentir como essa instituição de ensino é vital para o desenvolvimento de Dracena. Há uma sensação de carinho e sabedoria pairando no ar que transforma o mais rebelde aluno em aprendiz aplicado. É uma escola em que se nota o interesse do aluno em usufruir as oportunidades que lhe são apresentadas.  Hoje se colhem os resultados do que foi plantado. A faculdade, já por três anos seguidos, recebe nota 4 no ENADE, (numa escala que vai até 5) que é um exame em que se atesta o conhecimento dos alunos em final de curso. A Faculdade Reges de Dracena está, sem dúvida alguma, entre as melhores do país. Ainda, a comprovar sua excelência, 50% dos alunos do Curso de Direito foram aprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, que tem reprovado em massa os candidatos a advogado. São milhares de bacharéis reprovados anualmente por todo o Brasil e esse número gigantesco de aprovações só vem comprovar o sucesso que os alunos da Reges têm colhido. Mas nada se dá ao acaso. O Professor Gonzaga, cérebro e criador dessa rede de ensino, dá o sangue para ver a instituição brilhar. Se o professor é bom, dedicado, mas lhe falta aperfeiçoamento em sua disciplina, a Faculdade lhe paga o curso de mestrado ou doutorado. Aperfeiçoa o mestre para melhorar o canal de instrução para o aluno. A atualização e adequação da biblioteca é outro fator relevante. Se o aluno não puder ou não quiser comprar os livros necessários, e o curso de Direito exige centenas deles, a biblioteca fornece todo o material necessário para uma brilhante carreira. A parceria feita com a Revista dos Tribunais é outra fonte de inesgotável saber jurídico à disposição dos alunos para que possam conhecer as decisões dos tribunais superiores e concluírem o curso com a experiência necessária para resolver grandes causas. O professor Gonzaga também não economiza quando se trata de adequar as instalações às necessidades da clientela. Está fazendo uma verdadeira revolução física do prédio para receber pessoas com deficiência leve ou grave. Foram suprimidas as escadas e substituídas por rampas suaves por onde cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção circulam com facilidade. A cereja do bolo foi a instalação do CEJUSC, (centro judiciário de solução de conflitos), onde pessoas encontram, em muitos casos, a solução jurídica para seus problemas, não precisando apelar para ações demoradas e desgastantes. Além de ampliar o atendimento jurisdicional para a população em geral, propicia ainda aos alunos a prática jurídica de que eles necessitam para desempenhar suas funções futuras. Enfim, a Faculdade Reges de Ensino pode ser considerada um dos pulmões culturais da cidade.   Foto:Arquivo JR                                                                                                            Thereza Pitta
Consumo de álcool e família.Cláudia Eloisa VamosVamos fazer uma reflexão sobre uma droga chamada álcool, isso mesmo, álcool é uma droga.  No entanto, a maioria das pessoas não considera o álcool uma droga por ser lícito, somente considera droga as ilícitas como a maconha, cocaína, crack, etc. Essa bebida é conhecida no Brasil, desde o início da colonização, quando os portugueses chegaram e está entranhada na cultura brasileira, o hábito de beber faz parte de nossa maneira de ser social. Mas com o passar do tempo o consumo passou a ser preocupante, pois os médicos começaram a observar complicações físicas e mentais, decorrentes do uso excessivo. Como estamos fazendo o uso dessa bebida em nossas vidas, nas reuniões sociais e familiares? É a forma social e individual de beber que colocamos em jogo, quando falamos no consumo de álcool, já que está largamente à disposição social para consumi-lo nas mais diversas formas, destiladas ou fermentadas, fortes ou fracas. Dentro da classificação das drogas, o álcool é considerado uma droga depressora que diminui a velocidade de funcionamento do cérebro. Em doses menores o álcool causa nas pessoas sintomas como euforia, rubor facial, diminuição dos reflexos, diminuição da atenção e concentração e em doses maiores lapsos da memória, insuficiência respiratória, coma podendo levar até a morte.                         Além desses prejuízos, o álcool também está associado a problemas sociais e vamos dar a atenção a uma instituição importantíssima em nossa sociedade: a família. O uso indevido do álcool tem sido prejudicial tanto aos cônjuges como aos filhos.  Aocônjuge no desempenho de seu papel como esposo ou esposa, pai ou mãe e ainda como provedor da casa. Aos filhos destacamos complicações como: Síndrome Fetal Alcoólica, abuso infantil e outros na esfera social, psicológica e econômica. Algo muito preocupante que temos observado é que os adolescentes tem feito sua primeira experimentação dentro de suas casas, nas reuniões familiares regadas à bebida alcoólica, onde muitas vezes tudo é permitido e reproduzido em seus espaços sociais, em festas, boates e bares. O consumo de álcool entre os adolescentes tem em alguns casos sendo fator predisponente ao uso de outras drogas, as ilícitas. Ressaltamos ainda que muitas vezes esse consumo é feito fora do ambiente familiar e que com o tempo e dinheiro gastos com essa prática, desfalquem as famílias em suas necessidades básicas. A embriaguez também pode acarretar situações de violência, acidentes e doenças dentro do ambiente familiar. A saúde financeira da família também pode ser prejudicada com constantes gastos com a saúde física e mental dos membros dessa família. PortantoPortanto vale refletir o que o consumo de álcool tem causado em sua família, tem sido prejudicial ou não?   Claudia Eloisa dos Santos Psicóloga – CRP 06/67918 Especialista em Saúde Mental Especialista em Dependência Química Formanda em Terapia de Casal e Família Contato: (018) 9684-7182 ou 8146-1120 Presidente Prudente SP        
Autoestima elevada por Márcio Medeiros Estive com minha famíliaem uma das praias do litoral norte paulista. Lugar bonito, bem agradável e ótimo para a nossa pequena Laura se divertir com segurança. Confesso que não sou muito simpático a praia. Tenho dificuldades em compreender como sal, areia e calor podem ser agradáveis, em convívio com a família. Mas para o bem do relacionamento familiar, anualmente faço este sacrifício, mas na verdade passo a utilizar esses dias de “caiçara” como sendo um momento de ficar à vontade com minhas idéias e meu corpo. Sem horário, sem compromisso e sem ter que dar satisfação. No  entanto entanto, entre uma leitura aqui e outra ali, fico observando o comportamento das pessoas, pois, gosto de ver comportamentos, posturas, relacionamentos interpessoais e coisas do gênero social. Pude notar das vezes que fui até a praia que o comportamento do brasileiro mudou muito e principalmente o perfil físico. Verifico que o formato dos brasileiros está cada vez mais oval, para não dizer arredondado. Não percebi nenhuma preocupação com isso, por parte das pessoas observadas. Ao contrário. Homens e mulheres de todas as idades se relacionando muitíssimo bem com os corpos obesos, desfilando maiôs decotados, tatuagens das mais diversas em locais dos mais escondidos, peças de roupas cada vez mais fragmentadas. Muito menos qualquer tipo de preocupação com cicatrizes, manchas, verrugas, modelitos de banho, combinações ou cuidados especiais que deveríamos existir ao estarmos com tão pouca roupa. Não pensemque fiquei assustado ou até mesmo surpreso. Fiquei admirado em ver que a auto estima do pessoal está elevada e a preocupação maior era de se divertir e estar a vontade. Não notei qualquer tipo de pudor desta ou daquela pessoa. Senti um ambiente de igualdade em que as diferenças raciais, econômicas e sociais são niveladas ao mesmo patamar quando se está numa praia. Todos comem qualquer coisa, de qualquer jeito a qualquer hora. Todos ficam a vontade para falar, beber, comer e fazer o que quiserem. Risadas aos montes e bem altas, gestos dos mais diversos e principalmente as posições nas cadeiras de deixar qualquer contorcionista de raiva por ver que qualquer um pode sentar ou deitar de muitas formas. Fiquei feliz de ver um povo desprovido de qualquer vaidade, aproveitar o local. Brincar, pular, nadar e até não fazer nada. Homens e mulheres de todas as idades passeavam de qualquer maneira. Naturalmente se percebe aqueles com fino trato dos objetos ou dos modos de se apresentar, mas foram poucos os que percebi que a ostentação era mais importante, ou que, ser daquele jeito, para essas pessoas era normal. Infelizmente neste universo de “bem estar” a beleza não conta muito. As pessoas se nivelaram no mediano, ou seja, todos redondos. Nem muito magros e nem muito gordos. Foram poucos os corpos atléticos e bem cuidados. Reduzido o número de metrossexual ou das “garotas de Ipanema”.  Conclui então que praia é local, na minha visão, de ficar à vontade, afinal, você dificilmente voltará naquele local; verá aquelas pessoas e pouco se importará com o que vai acontecer naquela praia, porque sua passagem é apenas nas férias, e deste modo as preocupações com a saúde continuada, em todos os sentidos, são secundárias uma vez que o prazer é a prioridade e, talvez, um excelente remédio contra o estresse, a monotonia, as pressões de se comportar e se vestir bem e tudo mais. Praia é para todos, indistintamente, apesar da saudade que tive dos meus 20 anos, quando eu observava uma beleza física, e não uma beleza moral, ou espiritual, ou social. Acho que todos nós evoluímos.   Márcio Cavalca Medeiros Jornalista,radialista e empresário-Marília SP [email protected] BLOG - marcio-medeiros.blogspot.com.br)