Dracena, Quarta-Feira - 17 de Janeiro de 2018
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Planejamento: Ferramenta essencial ao Gestor Público 

 

Transcorrido os primeiros meses do ano, os prefeitos municipais eleitos (ou reeleitos) tiveram a 

oportunidade de se inteirar e entender, junto com a sua equipe de Governo, a situação 

administrativa, econômica e contábil de sua cidade. 

 

 O período de “tomar a par” da situação já se ultrapassou. Daqui para frente é trabalhar em prol das 

necessidades da população, em cumprimento ao plano do governo pelo qual foram eleitos. 

 

Baseado nesse princípio, está a vir um dos primeiros e importantes desafios dos prefeitos em sua 

nova administração: planejar. Inicia-se o período obrigatório pela legislação brasileira vigente de 

propor as Leis do Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 

 

Planejamento é um processo de análise e decisão que precede, preside e segue a ação individual ou 

coletiva dos agentes sociais na procura da solução dos problemas aproveitando as possibilidades 

com eficiência, eficácia e constância. 

 

Todo planejamento tem como foco atingir plenamente os objetivos previamente determinados, 

sendo o pilar sobre o qual será desenvolvida a previsão orçamentária. 

 

De acordo com a Constituição, em seu artigo 165, os instrumentos de planejamento são: 

 

I - Plano Plurianual (PPA) que visa estabelecer, de forma regionalizada as diretrizes, objetivos e 

metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras decorrentes e para as 

relativas aos programas de duração continuada. É o planejamento de médio prazo envolvendo o 

período de quatro anos, cujo prazo de entrega do Projeto de Lei à Câmara Municipal é de 31 de 

agosto de 2009. 

 

II - Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que tem as seguintes funções básicas: 

- Estabelecer as metas e prioridades da Administração Pública Federal para o exercício financeiro 

seguinte; 

- Orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA); 

- Alteração da Legislação Tributária; 

- Estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. 

É o planejamento a curso prazo envolvendo o período de um ano, cujo prazo de entrega do Projeto 

de Lei à Câmara Municipal é de 15 de abril de 2009. 

 

III - Lei Orçamentária Anual (LOA) que discriminará os recursos orçamentários/financeiros para se 

atingir as metas e prioridades estabelecidas pela LDO e compreenderá: 

a) O orçamento fiscal: referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da 

administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público 

(parágrafo 5º, Inciso I); 

b) O orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a 

maioria do capital social com direito a voto (parágrafo 5º, Inciso II); 

c) O orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da 

administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos emantidos pelo poder 

público (parágrafo 5º, Inciso III). 

É o planejamento a curto prazo envolvendo o período de um ano, cujo prazo de entrega do Projeto 

de Lei à Câmara Municipal é de 31 de agosto de 2009. 

 

Essas peças de planejamento são de suma importância ao Município, pois esta ligada diretamente ao 

dia-a-dia da Administração Pública em seus recebimentos, gastos e investimento das ações de goveno. 

 

A prática do planejamento nos municípios visa corrigir distorções administrativas, , facilitar a gestão 

municipal, alterar condições indesejáveis para a comunidade local, remover empecilhos 

institucionais e assegurar a viabilização de propostas estratégicas, objetivos a serem atingidos e 

ações a serem trabalhadas. 

 

O planejamento é, de fato, uma das funções clássicas da administração científica indispensável ao 

gestor municipal. Toda a sociedade pode e deve participar desse processo, propondo os projetos e 

ações que irão beneficiar a comunidade local, participando das audiências públicas sobre o assunto 

e mobilizando a população em geral que se envolva nesse processo, exigindo que o Executivo 

atenda às suas necessidades. 

 

Planejar a cidade é essencial, é o ponto de partida para uma gestão municipal efetiva diante da 

máquina pública, onde a qualidade do planejamento ditará os rumos para uma boa ou má gestão,com reflexos diretos no bem-estar dos munícipes. 

 

Fabiana F. Pascoaloto 

Contadora e Especialista em Planejamento e Gestão Pública

www.contadorpúblico.com.br

 

 

Se o amor falhou, não se preocupe... Você  pode tentar sempre mais vez!  Por Marcus Fleuri Jr

Será que o amor falha? Uma maravilhosa pergunta que somente quem o vive, ou um dia o viveu, poderá  responder, afinal, como seria se as certezas fossem tão reais? Elas, as certezas,  representam os mais variados aspectos que envolvem e formam o contexto de uma relação, pois, as mesmas, vão se definindo a partir daquilo que somos e do que acreditamos precisar.

 
O amor não é uma proposta cartesiana, não é uma regra matemática; aliás, regras, no contexto do amor, colocam-no, na maior parte das vezes, a distanciar-se das finalidades dos sentimentos, furtando e empobrecendo as emoções que constituem-se na parte gostosa do que nos motiva a querer sempre mais, mais, mais e mais. 
 
É aí que está o prenuncio dos fracassos afetivos. Quando queremos mais, mais, mais e muito mais, sem sequer estarmos preparados para o pouco que lentamente, num processo natural e saudavel, deveria se transformar no todo de uma relação.
 
Então, diante de nossas pressas, e da nossa fúria compulsiva, impomos ao outro a obrigação duma responsabilidade que nos é pessoal, exigindo que seja o complemento  do que não somos, ou, daquilo que não proporcionamos a nós mesmos.  Está cada vez mais evidente que ninguém pode ou está afim de ser responsabilizado pelas buscas de quem quer que seja; se assim o fizermos, sacrificamos  as possibilidades em vivermos a grandiosidade dos sentimentos e emoções.
 
Quantas vezes somos os homicidas das melhores partes de nós mesmos? Sim, somos nós os responsáveis pelo que investimos, ou, por aquiilo que deixamos de investir. Então, cada um é o único responsável pela relação a qual vive. Não adianta, por  pior que esteja a convivência, ficar apontando em uma direção, afinal, se nos permitirmos viver o que é bom, fizemos uma escolha; se permitimos viver o que é péssimo, também a fizemos.
 
A responsabilidade é pessoal, intransferível e exclusiva, não permitindo a anulação do outro, nem mesmo, o horrível questionamento, ou, as chatíssimas sentenças acusatórias. Não dá para sustentar culpabilidade, quando, na realidade, a fragilidade está no contexto das relações. A relação, essa sim, é doente e, consequentemente, adoece a todos que dela participam, ou, se aproximam, tornando-se uma violência contras as identidades, as culturas e  às estruturas de personalidade. 
 
As relações transformam-se a partir daquilo que investimos, então, se agregamos exigências não satisfeitas em nós, imporemos ao outro a exigência em sermos gratificados com aquilo que nos é uma exigência para o que denominamos de amor.
 
O amor refuta quaisquer  formas de cobranças, aliás, se cobramos, já estamos próximos da pior forma de convivência, pois, a suavidade dos melhores sentimentos não sustenta o peso de nenhuma cobrança. 
 
Algum dia, ao término de um determinado relacionamento, você saiu “tateando” a vida,  procurando encontrar a si mesmo? Encontrou-se, ou, ainda sente-se como quem perdeu algo muito importante? Uma peça que faz mover todas as outras para que dê movimento aos sentimentos, como se os mesmos fossem máquinas, ou, então, resultados de algumas dessas fórmulas ou receitas prontas?
 
Então, o que estará faltando? Aliás, onde, e em que parte da existência algum dia você se abandonou? Quais foram os motivos que o levaram a distanciar-se de si? A desesperança que tem em si mesmo, mas, que atribui sempre a alguém?
 
As relações, quando mais rígidas, ao romperem-se, partem-se em milhares de fragmentos, e, com os estilhaços, deixam feridas que sangram, levando-nos, diante de nossas fragilidades, à mais profunda confusão dos sentimentos. Aí  confundimos nossas dores com ódio, então, sofremos, e para justificarmos nossas ausências, nossas responsabilidades sempre buscando um culpado para o que é pessoal e intransferível.
 
Se estruturamos nosso amor em bases flexíveis, por mais que emborque e pareça não suportar o peso das pressões, voltará  ao estado de repouso de forma forte,  mantendo a importância   dos sentimentos, mesmo em meio a milhares de transformações. O amor requer flexibilidade, lembre-se disso.
 
O amor não é um sentimento totalitário. Ele precisa da presença, da proximidade e do convívio com outras pessoas, afinal, caso venhamos a exigir que se torne uma ilha isolada, nos privamos do direito em vivê-lo, tornando-o, apenas uma estada num resort de decepções e sofrimentos.
 
Marcus Antonio Britto de Fleury Junior é Psicólogo

 

 

Você tem medo de que? Por Daniela Caetano-Psicóloga

Você tem medo de que? Para alcançar a tão sonhada felicidade, ter uma vida tranqüila, crescer em nossos objetivos e conseguir bons relacionamentos, é fundamental compreender e trabalhar o nosso principal inimigo emocional: o medo. O medo é um estado de alerta, um sentimento nato, um instinto de autopreservação extremamente importante para a nossa sobrevivência, pois a cada situação inesperada que representa perigo, surge o medo. Todo mundo teme ou já temeu algo, isso é natural do ser humano. Sentir medo é fundamental, necessário e saudável, afinal, ele costuma nos proteger de algum tipo de perigo real ou até mesmo imaginário. Uma vez adultos, é comum temermos por determinadas situações, no entanto, é a nossa obrigação superar nossos bloqueios emocionais, pois não devemos nos acomodar nesse sentimento. Muitas vezes, usamos nossos medos para não agirmos, isso é muito corriqueiro. É como se eles justificassem tal acomodação. Dominá-lo, nesse caso, é sinal de amadurecimento e próprio de pessoas responsáveis. O medo, quando exagerado, mórbido e irracional, pode se transformar em uma doença passando a comprometer as relações sociais, causando grande sofrimento psicológico, constituindo um quadro patológico denominado Fobia. Dessa forma, é fundamental tentar descobrir o que está por trás dele, e se por acaso sentir dificuldade em fazer isso sozinho, busque ajuda de um profissional qualificado, pois quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna. Na verdade, temos muito mais medo do que gostaríamos de admitir até para nós mesmos. Portanto, se esse sentimento estiver interferindo, ou até mesmo paralisando sua vida, coloque-o debaixo do braço e vá à luta sempre, trabalhe contra tudo isso sem desistir ou procure ajuda profissional. Ao agirmos, mesmo com medo, ele vai se dissipando aos poucos. Afinal, no dia-a-dia é você quem vai precisar escolher entre controlar o medo ou o medo controlar você. O que você prefere?

Daniela Caetano de Jesus Especialista em Psicologia Cognitiva Comportamental CRP 06/63531-4

Dracena SP

 

 

Relação médico x paciente x " Dr Google"- Dra. Ludmila Morgado

Já foi mais fácil ser médico.Antes era preciso saber medicina e explicar que essa ou aquela receita(maluca) da avó ou da vizinha

nao era recomendada naquela situção.

O médico sabia o que fazer e o paciente,não. E assim estava determinada a confiança no  médico.

Agora,aumentaram as fontes de pesquisa,redes sociais,programas de televisão,colunas de jornal... E o paciente já vem com uma

suspeita,possibilidades de tratamentos e complicações. Só que não fecharam as faculdades de medicina. A medicina é tao ampla

e cresce tanto que ela não cabe dentro do "Dr.Google".É tão ampla que não cabe nem mesmo dentro de um único médico.São 

muitas as especialidades. Procure seu médico( com todas as qualidades que já importavam antes) que ele vai te falar se as fontes

são confiáveis. 

A formação médica é, em média,de 10 anos e não cabe em 1 hora de pesquisa. São busca,depois que já deu errado não dá 

resultados válidos.

Além disso,boa educação de casa,respeito,responsabilidade,comprometimento,capacidade de se colocar no lugar o outro,ver o 

paciente como um todo,fazer o melhor até o último recurso, são essenciais.

Ouvi na faculdade que medicina pode ser feita visando dinheiro e status,mas que só cresce quem tem vocação. Já ouvi também:

"não precisa explicar tanto doutora! Pode fazer! Ri,.fiz o que precisava e, desistir de agradar os gregos e os troianos. Somos 

todos humanos  mesmo.

 

Dra.Ludmila Morgado

Especialista em Otorrinolaringologia pela Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia e Ciurgia Cérvico Facial pela

Faculdade de Medicina de Marília.

Médica pela Universidade Estadual de Londrina.

Contato (18) 3821-4075

 

 

 

 

Ansiedade, o mal do século! Por Daniela Caetano

Ansiedade, o mal do século!

Medo, inquietação e angustia. Esses são alguns dos sentimentos que podem acompanhar a pessoa ansiosa. Todos nós sentimos ansiedade em algum momento de nossas vidas e, dessa forma, posso garantir seguramente que é um sentimento indispensável e faz bem. Em pequenas doses, é o estímulo necessário para que o ser humano se prepare para situações estressantes e passe por elas com sucesso.

Derivada do medo, desde os primórdios da espécie humana, a ansiedade vem cumprindo o papel de garantir a sobrevivência do homem. O grande problema está quando ela deixa de ser uma resposta natural do corpo humano e começa aparecer, de forma exagerada, sem razão, nem motivo aparente e com uma freqüência cada vez maior. Quando isso acontece, passa a ser uma patologia.

Qualquer um sofre, em maior ou menor grau, de ansiedade, mas o transtorno merece atenção redobrada quando passa a prejudicar os relacionamentos conjugais, profissionais, acadêmicos e até mesmo sexuais.

Atualmente, estudos mostram que, pelo menos, 3% dos adultos são afetados pela ansiedade durante um período de um ano, mas em alguns casos ela pode persistir por vários anos.Os sintomas mais comuns são: sudorese, taquicardia, tremor, medo excessivo ou até mesmo paralisante. Em uma crise grave, a pessoa pode sentir náuseas e falta de ar. Dependendo do grau, tira o sono do indivíduo, deixa-o mais predisposto a sofrer de enfermidades cardiovasculares e o priva de sair de casa quando o medo atinge níveis incontroláveis.

Como se vê, a ansiedade está aumentando diariamente. Hoje em dia, nosso coração bate mais forte diante do desemprego, dos preços altos, das dificuldades para educação dos filhos, das perspectivas de um futuro sombrio, dos muitos compromissos econômicos cotidianos e assim por diante.Aprender a lidar com a ansiedade que todos esses estímulos estressores causam é fundamental para garantir uma vida saudável.

O domingo das pessoas ansiosas tem uma apreensão de segunda-feira e antes de dormirem já pensam em tudo que terão de fazer quando o dia amanhecer. É a corrida para contra o tempo de não deixar nada para trás. É um estado de alerta contínuo e uma pressa para o que der e vier. As férias são tranqüilas e bem aproveitadas apenas nos primeiros dias, mas, logo em seguida, começam a se agitar: ou porque sentem que não estão fazendo alguma coisa que deveriam fazer, embora não saibam bem o que, ou porque pensam em tudo aquilo que terão de fazer quando as férias terminarem. Enfim, é um descontentamento diário e recorrente.

Dessa forma, quando a ansiedade ultrapassar o limite e a pessoa não conseguir mais realizar suas tarefas diárias sem sofrimento, é hora de buscar ajuda especializada e dar início a um tratamento. Ter força de vontade e entender que essa ansiedade descontrolada e exagerada não é normal são requisitos básicos para o processo de cura inicial. Em casos extremos, pode ser necessária a intervenção medicamentosa e a psicoterapia. Um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) deverá fazer uma avaliação diagnóstica precisa para definir o tipo de tratamento mais adequado para cada paciente. Curar-se sozinho, nesses casos, é praticamente impossível.

É importante não esquecer que há diversos tipos de ansiedade e que cada pessoa reage de uma forma diferente a ela. Assim, não existe uma fórmula única que possa resolver o problema. Cada indivíduo é distinto e, por isso, é importante também buscar o autoconhecimento, para aprender, descobrir e elaborar técnicas próprias de combate a este sintoma, às vezes inconveniente, mas natural e sempre presente.

 

Daniela Caetano

Psicóloga-Dracena SP

 

 

 

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